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14.10.13

Heaven Bay ou Hervey Bay

Hervey Bay foi a quarta cidade que conhecemos e a que eu mais gostei. Pode ser que eu realmente seja um bicho do mato e goste de locais tranquilos, com a cara de interior.
E a cidade é bem assim. Embora a gente tenha se enrolado para sair da rodoviária e chegar ao hostel, contamos com a bondade e gentileza do motorista de ônibus que nos levou pelo caminho longo até lá.
Isso é algo importante de destacar, os horários de ônibus local são quase que de hora em hora. E uma linha faz o percurso inverso da outra. Quase que ficamos esperando pelo ônibus indicado (que levaria 50 minutos para passar), quando o que pegamos levou 15 a 20 minutos para chegar ao hostel. E isso era considerado o caminho longo.

A realidade é que havia shuttle do Hostel em que ficamos, mas o Diego que fez as reservas e não se ligou nisso. Quando chegamos lá, descobrimos que a recepção fechava no almoço até às 16h. E ficamos lá sentados (almoçados, ainda bem) aguardando. E ficamos muito satisfeitos com o local.
Era muito limpo, confortável, as pessoas eram prestativas, o ambiente muito bom. Só não gostei muito de o banheiro ser para homens e mulheres. E ter apenas dois chuveiros. 
Nunca tive que ficar esperando para usar, mas não sei se isso pode vir a ser um empecilho.

No primeiro dia fomos para a praia no fim da tarde e depois iríamos buscar um supermercado pelas indicações fornecidas na recepção.
Um dos momentos mais mágicos eu vivenciei lá nesse dia. Além do céu ficar simplesmente lindo nessa cidade, presenciei uma migração de morcegos com o anoitecer. Eram centenas e eu custei a ter certeza se eram realmente morcegos (como o voo e as asas indicavam) ou se eram aves.
Sei que sou bióloga, que alguns podem achar que achei lindo porque sou louca, mas não é verdade. Outras pessoas ficavam parada na rua olhando para o céu admirando e achando incrível.


No segundo dia fomos fazer o passeio que nos levou a cidade, conhecer a Fraser Island, maior ilha de areia do mundo.
Você se pergunta porque estou falando sobre ser uma ilha de areia, e eu respondo que é um fator muito importante. Em especial porque eu aconselho você ir com grupos especializados para lá se é a primeira vez para não ficar atolado na areia a todo momento. Porque a pessoa tem que ter experiência de verdade! Ou fura o pneu, atola e estraga o tempo lá.



Nós visitamos a ilha com a Fraser Island Tours e gostamos do serviço. Embora o meu gosto seja de ficar mais nos locais e curtir, um dia é o suficiente para conhecer o geral da ilha. Entretanto você ficará pouco tempo em cada parada e longos períodos sentado no ônibus olhando a paisagem. Porque a ilha é enorme (180 km de comprimento) e dirigir é difícil.
É praticamente desnecessário dizer nosso percurso porque quase todas as empresas fazem o mesmo, ou fazem o que eu fiz com alguns pontos a mais (que seriam feitos se eu fizesse o passeio de dois dias).
Minha infelicidade foi de não ter visto o dingos ao vivo, embora muita gente deve ter agradecido a falta do encontro. Porém, rodar pela praia durante muito tempo foi recompensado por termos visto baleias.


O nosso terceiro dia em Fraser Coast tinha sido planejado para irmos na praia de manhã e a tarde darmos uma volta para visitar alguns pontos da cidade. Consideramos fazê-lo de bicicleta.
O tempo nos enganou e saímos para a praia tentando aproveitar um pouquinho de sol antes do que seria o primeiro dia de chuva da viagem. O céu estava sendo tomado de nuvens negras. E assim, acabamos ficando na praia até mais tarde tentando aproveitar 'a rua'. E eis que não choveu!

Na praia eu fiquei me empolgando com as aves e dei de cara com uma águia e muitos pelicanos! Estes sofreram com minha perseguição e empolgação infantis.


Ao retornar para o hostel, fizemos um almoço e comemos sentados ao ar livre nas mesinhas do quintal.
Para nos despedirmos, fomos à noite num pub irlandês que tem na orla da praia The HooLihans que eu recomendo fortemente pelo ambiente e pela comida.

30.9.13

Brisbane e meu coala

Continuando as postagens das minhas férias (1 e 2), hoje chegamos a Brisbane, a terceira maior cidade da Austrália. O que é muito engraçado, considerando que nenhuma das três cidades é a capital do país.

Brisbane, entretanto, é capital de Queensland, estado do sol. É o estado que abriga cidades turisticamente importantes, seja pela Gold Coast, seja pela Grande Barreira de Corais.
Aqui nós ficamos abrigados no quarto da Kênia! Foi o dia para matarmos as saudades das coisas boas e deixarmos ela um pouquinho irritada conosco também (porque sem isso ela não mataria saudades completas).

Sexta-feira aproveitamos para despachá-la para aula e irmos visitar uns amigos mais legais (brincadeira!). A visita foi ao Lone Pine Koala Sanctuary. Para chegar lá de transporte público, você pode pegar o ônibus 445 em Adelaide Street ou 430 em Queen Street Bus Station. E a visita vale a pena do meu ponto de vista.
Lá funciona um santuário de conservação, que não deixa de ser um estilo de zoológico também. Mas é um local pequeno, perfeito para ir em família passar o dia e descansar, conhecendo mais sobre a biologia de vários animais que habitam o local.
Tem até um show de cão pastor que é uma fofura!
Ela aproveitam para ganhar uma grana (como em todos os locais do gênero no país) para tirar foto com cada tipo de animais: crocodilos, aves de rapina, ... e coalas! E a pessoa aqui pagou para tirar a foto abraçando o coala (aliás foi uma das coisas mais desesperadas que fiz. E para resumir a minha frustração: eu saí MEDONHA! Quase chorei quando peguei a foto após o almoço. E pela bondade divina da fotógrafa, ela me deixou tirar uma foto de olhos abertos e sem cara de chapada pelo eucalipto).
Você fica livre para entrar com comida (não há restrições), e pode comer lá. Não é tão caro (preço médio de fast food), porém achei minha porção de fish and chips levemente pequena.
E wi-fi grátis, além de alguns computadores à disposição na área do restaurante.
Dos animais, você pode conferir muitos coalas de todas as idades, cangurus e wallabies, emus, lagartos, dingo, aves, demônios da Tasmânia, wombats, ornitorrincos... (dessa vez achei melhor colocar as fotos sem a montagem).

Wombat 

 Kookaboora em cativeiro (vi e fotografei alguns da natureza passeando por lá)

 A melhor foto do ornitorrinco é assim, com uma estátua
 Taz lindo!

 Preparando para me juntar a eles... Cangurus cinzas
 Wallaby pensando que eu tinha comida, mas era carinho
 Óin!
 Tentando superar as fobias
 Porém as lorikeets não eram tão gentis
 A cacatua branca que veio visitar as amigas que estavam presas


Sábado a Kênia nos levou para dar uma volta pelo centro, fizemos um misto de sugestões dela com as do guia que eu tinha. Como acordamos tarde e as coisas fecham relativamente cedo, não deu para fazer muito.
Passeamos pela parte gratuita do Sciecentre (que fica num complexo com outros museus), e saímos para almoçar ali perto onde eles possuem uma espécie de piscina pública/praia artificial às margens do rio.

Depois do almoço fomos até a Art Gallery dar uma olhadinha rápida e terminamos dando 'voltas' na Whell (a roda gigante da cidade).


À noite, retornamos ao centro e quase ficamos sem janta, porque tudo fecha bem cedo. Então, às 21h30 não conseguíamos mais entrar para jantar em quase local algum. Comemos perto de Queen Street (acho) e depois fomos ao The Victory curtir música e cerveja.

Domingo descansamos, almoçamos em casa e ficamos arrumando nossas bagunças. Além de colocar o papo em dia. Para segunda voltar ao centro e visitar mais alguns locais.
Como, por exemplo, o Brisbane Museum, que conta um pouco da história da cidade com as fotos ao longo do tempo. Algo que eu adorei foi um vídeo que vai mostrando o rio que corta a cidade desde sua nascente e sua relação com a população.
Ao sair do museu fomos conhecer o Jardim Botânico e sentar um pouco ao sol. Porém a fome logo bateu e decidimos por um fim em nossos desejos almoçando no Jo-Jo's que eu recomendo fortemente. Tanto pela comida deliciosa (experimentem as massas) quanto pela sobremesa que só de lembrar me deixa salivando.
Como a Kênia queria nos levar em um restaurante japonês em que o sistema de pedidos era através de uma televisão (o que me fez pedir por engano uma porção em dobro), ficamos fazendo hora nas lojas para aguardar a janta.
E foi lá que pudemos comemorar a nossa etapa final em Brisbane.

No Bothanic Garden: rolou até encontro com a Terra Média

Na terça-feira pela manhã embarcamos para Hervey Bay. Onde estivemos na rodoviária/shopping! 

23.9.13

De Sydney a Brisbane: parada em Gold Coast

Bom, na semana passada eu contei sobre minha chegada a Sydney e o que eu fiz nesses dois dias por lá antes de entrar no ônibus rumo ao norte.

Pois é, preciso fazer um parenteses e falar sobre o ônibus da Greyhound. 
Uma amiga que viajou para a Austrália para fazer intercâmbio me recomendou as viagens de ônibus. E eu digo que era realmente a opção mais viável para nós nesse momento, PORÉM eu preciso ser sincera e dizer que não é tão recomendável assim.
Os ônibus costumam não estar muito cheios, entretanto a viagem pode não ser lá muito confortável. Porque vai depender do ônibus que você irá pegar. E dos 4 que nós pegamos, apenas um era estilo executivo/convencional do Brasil. O que fizemos a viagem mais longa, reclinava algo tão ridículo como 1º (JURO! eu medi e era a metade da largura do meu indicador) que eu me questionava sobre a existência do botão para reclinar. Para quê?!
Ou seja, esteja com as costas preparadas, ou com o bolso. Porque são as muitas horas sentado (e o país é enorme) ou as taxas gordas para pagar a bagagem.

Levamos 14 horas de Sydney a Surfers Paradise. E eles foram nos buscar na rodoviária.
O hostel em que ficamos era muito bom. E acho que foi um dos melhores quartos em que já fiquei. Limpeza era impecável! A única coisa (da qual eu sequer reclamo) é que nosso quarto era para a rua e havia uma sinaleira apitando 24 horas por dia.
Fica a dica para quem for para lá. Fora que a localização é boa, perto de lugares para fazer refeição, de ponto de ônibus e uma distância razoável para as praias. Surfers Aquarius.


Voltando ao itinerário, no primeiro dia saímos caminhando e pude mergulhar meus pézinhos no Pacífico pela primeira vez (eu fiquei bem emocionada com isso). Caminhamos no sol escaldante em Main Beach e eu achei a praia linda. A orla dela é toda com vegetação e há uma trilha/caminho estruturado no meio da mata para caminhar/correr/pedalar.
O problema é que eu ainda não estava bem localizada e a cidade é toda recortada por canais. Fomos parar famintos numa ponta quase ilhados. Assim atacamos o McDonald's assim que o vimos.
E o calor da volta resultou num vento gelado e congelante que me fez usar a canga feito sari pela rua enquanto voltávamos para o hostel. Ainda assim a paisagem compensava.


No segundo dia, após eu tomar café da manhã com panquecas, nós revimos a Kênia (que foi um momento engraçado na recepção do hostel) e fomos para o Dreamworld. Essa parte foi mais complicada do que esperávamos. Uma prova que nem sempre podemos confiar na tecnologia e que por vezes temos que confiar é nos motoristas grosseiros e estúpidos que fazem questão de pisar nos estrangeiros.
Nós ficamos no ônibus e fomos despachados na entrada do parque que eu esperava que fosse um pouco maior.
Achei que as atrações não estavam lá aquelas coisas e havia muita coisa fechada (ok que nós fomos durante a semana, mas né?). Ainda assim o preço é alto, em especial para nós pobres brasileiros que de realeza temos só a moeda mesmo. Ainda assim haviam uns brinquedos que pareciam mais do mesmo, porém com diferencial, como uma espécie de 'samba' (quem gosta de ir nesses parques de festa de Igreja, aqui em Floripa nossa festa da Laranja, vai saber qual é) só que com mais giros. E um brinquedo do Kung Fu Panda totalmente bizarro que fez um vácuo no meu estômago.


Lá eles também tem um pequeno zoológico em que eu pude acariciar meus primeiros canguruzinhos.



A quinta-feira, último dia na costa dourada, saímos cedo para tomar café da manhã gordinho e caminhar até Surfers Paradise. E bom, eu passei frio novamente na ida. Mesmo assim curti o passeio pelo parque ao lado da avenida e depois andar pela orla que faria Copacabana passar vergonha.
Ponto para o pessoal de lá quem tem um calçadão de impor respeito com os chuveiros, os banheiros limpos a curtas distâncias, acesso para cadeirantes e um mar com vários tons de azul.
Além disso lá funciona um centro bem típico de bairros de praia, em que se concentram vários restaures. E o almoço da vez foi a vingança da pimenta, quando comemos massa e descobrimos que a muita pimenta do Brasil é um pouco apimentado lá. Ou você corre o risco de perder a língua.


No fim da tarde seguimos de trem para Brisbane e provamos da simpatia dos australianos ao nos fornecerem informação na Roma Station e também do querido rapaz do Subway que ajudou no nosso resgate pela Kênia.

Acho que por hoje é só. Mas tem mais!
Se alguém tiver alguma curiosidade específica, pergunte aí!


16.9.13

O meu sol de mel

Sim, finalmente a preguiçosa decidiu dar as caras por aqui. Porque eu voltei a trabalhar hoje e meu braço melhorou, mas eu ainda não dei um jeito na minha vida pós férias.
Para contar para todo mundo, eu tirei minhas primeiras férias de trabalhadora empregada. Também foi minha primeira viagem sozinha com meu amor. Pois é, a pessoa namora há mais de oito anos, tá noiva e até então não tinha viajado junto. Só coisas do tipo viagem para visitas familiares. Como a gente não sabe se vai poder fazer uma lua de mel pós casamento, a verdade é que essa viagem eu brinco que foi o nosso "sol de mel", já que aconteceu antes do casório.
Fomos para a Austrália, aproveitando para visitar nossa futura madrinha que está "se mestrando" lá, e passamos uns dias no Rio e aproveitei um dia de Bienal do livro. E como a viagem foi longa, e eu queria fazer uma geral, vou acabar dividindo.

Saímos dia 15 de agosto de Floripa bem cedo e chegamos a um Rio de Janeiro bem enferrujado: frio e cinza. Como a LAN cancelou o voo do dia 15 e tivemos que trocar as passagens para o dia 16, conseguimos dar uma turistada geral no Rio. Fomos no mirante Dona Marta espiar a cidade de cima e eu acho que essa é uma pedida boa para quem tem pouco tempo na cidade ou queira uma vista bonita sem desembolsar uma grana. Além de ter o entorno bonito da Floresta da Tujuca e poder ter a chance de encontrar algum amiguinho como me aconteceu.


Também demos uma passada rápida em Copacabana, porém a maré alta o vento só permitiram uma olhadinha mesmo.

Já o dia seguinte foi a vez de perder mais de um dia entre aviões e aeroportos. Voamos do Rio para Santiago para Auckland para Sydney. Tudo isso em 27 horas deliciosas pelo Pacífico. 
Preciso deixar registrado todo o esforço que a equipe de bordo vez para satisfazer minha fominha com opções sem carne, visto que com as trocas de passagem minha reserva de refeição vegetariana se perdeu.
Eu deve ter engordado o primeiro quilo da viagem ali. Principalmente com as sobremesas deliciosas.
Curti a aeronave da LAN, as refeições, os entretenimentos (os filmes eram ótimos e achei excelente terem legenda em espanhol, permitindo assistir no áudio original). Só faltou fornecer uma escovinha de dente e creme dental (embora eu tivesse embarcado com, é bem simpático).

Agora especial mesmo foi ver a Cordilheira dos Andes com um pôr-do-sol DIVINO e ser recepcionada em Auckland num aeroporto lindo e decorado em estilo aborígene.


Ao chegar em Sydney preciso elogiar a agilidade na imigração, as facilidades no aeroporto (fomos de trem para o centro) e de transitar pelas ruas.
Nós ficamos na Pitt Street e foi uma ótima localização. Largamos as malas e fomos bater perna porque o check-in era só às 13h.
Estávamos pertinho do Hyde Park o qual pude apreciar degustando meu chocolate preferido: Cadbury de caramelo. Eu juro que eu gemia de prazer de sentir aquele gostinho na boca depois de 3 anos. (VEM PRO BRASIL!)

Ali no Hyde Park visitamos o Anzac. Um monumento com um pequeno museu construído em homenagem aos homens e mulheres que foram à Primeira Guerra. A visita vale a pena e é gratuita.
Ao lado fica também o Australian Museum (que eu visitei em outro dia), St. Mary's Cathedral, Barracks Museum. Também é próximo do Sydney Museum, da Sydney Tower Skywalk e da Art Gallery (que visitei em outra ocasião).


De lá fomos para o Royal Botanic Garden que é uma passeio que ninguém deve perder. Seja para uma passada ou para dedicar um dia de descanso tomando sol e admirando o local.
Há um restaurante, mas você pode optar por fazer um piquenique ou ainda dar um pulinho em Darling Harbour ou na região da Opera House para comer. Essa última foi nossa opção. Emendamos a caminhada por lá (mas não fiz a visita guiada, infelizmente).
Como já estávamos cansados voltamos para o hostel. E desabamos após o banho para acordar somente na manhã seguinte.


Aliás, não recomendo o Maze Hostel onde ficamos na primeira noite. Não fomos bem recepcionados e assessorados, não possuem elevador (e nem todo mundo viaja com mochilas para o outro lado do mundo) e não gostei do clima em geral. Embora um item que eu considero essencial (limpeza) não tenha me incomodado. 
E como todos os hostels que passamos por lá, não oferece café da manhã.
Este nós tomamos na manhã seguinte num café comum do país chamado Pie Face (bem simpático e com umas promoções bacanas).

Como ficamos quase no meio do bairro chinês, passamos por lá rumo ao Chinese Garden of Friendship que é um passeio para quem curte ver jardim e natureza organizada. Pagamos 6 dólares para entrar e poderíamos entrar e sair ao longo do dia (fiquei tentada a ir almoçar lá).


Do jardim seguimos para o Sealife. Eu já visitei alguns aquários e acho que o de Sydney não possui nada muito especial. Eu adorei ver um peixe de águas profundas e o dugongo, e a estrela-do-mar azul. Acredito que foram as espécies mais diferentes dos outros aquários que visitei. Ainda sim, sempre é um passeio bem gostoso. Aviso que o almoço por lá tem um preço agradável (fast food) e que as lojinhas do complexo (ao lado tem o Madame Tussauds e o Wild life) possuem alguns souvenieres com preços bons.
O fim do segundo dia na terra dos cangurus foi embarcar num ônibus da Greyhound rumo à Gold Coast. O que eu vou contar mais adiante.

Quem tiver dúvidas sobre algo, basta perguntar!
 
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