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9.2.13

Se no Carnaval o problema é banheiro...

Quem curte carnaval de rua já deve ter passado aquele aperto de não ter um banheiro por perto. Os meninos acabam achando que qualquer muro é mictório, mas as mulheres tem que maneirar na ingestão de líquidos. Pois e, e eis que eu descubro um trio elétrico "sustentável" que me fez ficar aliviada dos apertos.

Eu achei a ideia muito legal e interessante, me lembra aqueles bares que mantêm a energia elétrica com o público dançando e etc.
O trio elétrico do Afroreggae será movido a XIXI. Isso mesmo, urina!
Serão coletores nos mictórios que irão converter a urina em combustível. O máximo, não?



Tecnologias do bem!

Saiba mais lenda a reportagem original aqui.


3.8.12

Consumo consciente: Jogos olímpicos de Londres


Estamos em pleno clima de competição esportiva. Eu pelo menos estou, trabalho grudada nas tabelas e resultados dos jogos. E quase choro quando sei que algo que eu gostaria de ver muito estará passando na mesma hora do trabalho (como o vôlei masculino contra EUA ontem).
Acontece que essa reunião e mobilização mundial não afeta apenas o esporte e o sentimento de nação das pessoas. É importante para o turismo e para o desenvolvimento local.

Os Jogos Olímpicos de Londres estão sob a direção de Dan Epstein no quesito sustentabilidade. Esse pode ser um dos eventos esportivos mais sustentáveis do planeta.

Segundo o diretor, grande parte dos detritos das demolições realizadas para dar local às construções novas foi reutilizada no próprio projeto.
Algo também planejado foi a ausência de estacionamento. Sim, planejaram que não haveria estacionamentos para obrigar as pessoas a utilizarem o transporte coletivo para se transportar. Aliás, o clássico ônibus de dois andares ganhou versões elétricas e que funcionam a biodiesel, assim como vários táxis.
A ideia mais sensacional do meu ponto de vista foi o estímulo a quem andar a pé ou de bicicleta. Com um aplicativo do iPhone, quem utilizar esses meios de locomoção pode ganhar pontos que viram descontos em lojas e cinemas.

Houveram outras grandes ideias como árvores ecológicas (árvores com tronco de LED e folhas que captam energia durante o dia para utilizar durante à noite), arenas recicláveis, embalagens biodegradáveis utilizadas na alimentação, um tipo de "cola" que retira a poluição do ar e adere ao asfalto.

Árvore ecológica

Ou seja, a mobilização de uma Olimpíada interfere em muitas áreas, inclusive na tecnologia relacionada com o bem-estar do planeta.
Curtiram?




7.5.12

Consumo consciente: defeso do camarão

Conforme eu já falei em um post anterior (nossa, beeeem anterior), devemos respeitar alguns pressupostos básicos na hora de consumir alguns alimentos. Esse é o caso de animais provenientes de pesca.

Acabei de ver no facebook que o camarão está em defeso, ou seja, venho aqui compartilhar o comunicado, já que muitas vezes não tomamos ações corretas por falta de informação.


31.1.12

Consumo consciente: vai um peixinho, aí? (parte I)

 Algo sobre o qual eu tenho muito interesse em discutir, mesmo porque eu ouvi diversas vezes durante a faculdade, é sobre nosso poder de consumidor. Principalmente de consumidor alimentar (um real consumidor).
Durante a maior parte do meu curso eu fui vegetariana, e não faço o gênero de pessoa que busca convencer os outros, mas ainda assim compartilhei algumas coisas com minha família. Quando voltei a comer peixe no ano retrasado considerei ainda mais importante relembrar de algumas discussões do curso (aliás, comer apenas peixe e não camarão já é um reflexo de discussões do curso).

Calma, a intenção não é ser uma chata. Sim, eu sou. A intenção é fazer a reflexão sobre aquilo que consumimos ao ponto do esgotamento.

Um filme que trata disso e é muito interessante é o “The end of the line” (página oficial), que infelizmente ainda não apresenta versões em português. O documentário trata da pesca, mas principalmente sobre a pesca predatória que chega inclusive a levar toda uma próspera comunidade a falência pelo desaparecimento de espécies.

Geralmente é neste momento que as pessoas gostam de se eximir da culpa e colocá-la sobre os pescadores. Epa epa epa! Quem liga o dispositivo é quem põe o peixe na boca.
Por exemplo, eu que moro em Florianópolis, cidade litorânea que consome muito pescado. Posso me dirigir ao Mercado Público Municipal e encontrar muitas vezes peixes que não poderiam estar sendo pescados naquele momento porque estão protegidos para desova. (Congelados? Aham... vai ver se todos são congelados!)

Poxa, mas como eu posso saber que peixe eu posso comprar porque não está  em risco de extinção? Qual eu posso comprar hoje porque não está em desova? É muito trabalho...
Pois é, pode parecer muito trabalho de início. Mas a gente aprende que Natal é época de comer peru, que os católicos não comem carne vermelha na páscoa, que às 20h30 começa o jornal Nacional e um monte de outras coisas que ficam ocupando espaço na nossa cabeça. Porque não lembrar do que possa garantir que o seu sushi de atum continue a ser comido nos sábados a noite?

                                                 A primeira dica é: NÃO COMER CAÇÃO.
Sim!!! Se ninguém quer virar comida de tubarão, espero que possa ajudar também a ele não desaparecer através dos nossos pratos. Muitas espécies tem tido suas populações diminuídas. Deste modo, o ideal é escolher outro peixe para o “cação ao curry”.

                                               A segunda dica: fique atualizado nos noticiários.
Sim... são anunciados os períodos de proibição da pesca ou liberação. Aqui pipoca no jornal sobre o início da pesca da tainha. E essa é a época legal (em ambos os sentidos) para comer e se fartar, mas permitindo que elas se reproduzam.

                                  A terceira dica: imprime essa tabelinha e cole na geladeira.
Cole na geladeira do lado da lista de compras e daquelas fotos penduradas pelos ímãs de geladeira de souvenir ou de Disk-pizza. Essa tabelinha dá as principais informações sobre as espécies ameaçadas pelo consumo. Com uma lista BEM GRANDE!

Depois disso, se você curte um peixinho... Bom apetite!
(num próximo post mais algumas dicas sobre consumo consiente de peixes)

Mais sobre "The end of the line": Oceanus Atlanticus e Pong Pesca
 
Tabela retirada de Diálogos de patrimônio

29.11.11

Quando nassa beleza não interfere no bem estar dos outros

Há um tempo que eu tinha vontade de fazer um blog com esse tipo de informação, sobre consumo consciente. Mas, como sou muito preguiçosa e gosto de vir nesse blog só pra desabafar com meus hormônios, decidi torná-lo útil a mais pessoas além de mim, e torná-lo ainda mais útil para mim, já que me proponho a dedicar-me um pouco mais.

Decidi então começar essa tag sobre um assunto que me interesso muito: cosméticos, hoje especificamente maquiagens.
As mulheres, principalmente, gastam rios de dinheiro e ocenos de tempo em preocupações para se manterem (ou ficarem) mais bonitas. No entanto, muitas vezes gastamos pouco dinheiro e quase nada (ou nada) de tempo para pensar sobre como os nossos amigos são feitos, ou a custa do bem-estar de quem eles são produzidos.


Muitas vezes a resposta resulta em "mas eu não tenho essa informação, não sei onde conseguí-la"... embora as empresas gostem de utilizar isso como propaganda (e a maioria das empresas estampa em suas embalagens), como estes:


Porém, para sair do campo da desculpa, coloco abaixo uma lista de empresas que não utilizam testes em animais, com asterisco as nacionais:

Abelha Rainha*, Ag Fragrâncias*, Água de Cheiro*, Anaconda*, Belladonna/Esthetic*, Boticário*, Contém 1g*, Elke/Nasha*, Empório Bothânico/Driss*, Extrato da Amazônia/Natuphitus*, Impala*, Koloss*, L’aqua di Fiori*, MaxLove*, Natura*, Racco*, Tracta/Farmaervas*, Valmari*
 
Amway, Avon, Chanel, Clarins of Paris, Clinique, Estée Lauder, M.A.C, Payot, Revlon, The Body Shop, Victoria Secrets

E um prêmio estrelinha de ouro para a Estée Lauder porque além da preocupação com os animais, ainda possui uma preocupação com meio ambiente.

Fontes: http://www.pea.org.br/ e http://esdjccg.prof2000.pt/a/056/MARCAS.htm


 
Minima Color Base por Layous Ceu Azul & Blogger Team